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sábado, 30 de março de 2019

DESCONECTADO

                                                                           

Quando as coisas não estão indo conforme nossos planos e expectativas qual é a reação mais comum, raiva ou controle da situação?
Claro que preferimos o controle, até porque ele está do lado da razão. Mas de fato ficamos controlados com as situações adversas ? Como encontrar o controle e tantas outras posturas que a sociedade está precisando, será que eu, você e a sociedade de forma geral estamos dispostos a pagar o preço que permite evoluímos como pessoas?

Ter um tempo exclusivo para nós mesmos, que permita enxergar os erros e o por que foram praticados.
Reconciliar conversar abertamente sobre algo que não está indo bem.
Conhecer novas culturas.
Observar e refletir por cada postura adotada...
O preço está apresentado nas últimas quatro linhas, e esse valor pode ser pago com momentos vividos no real, com momentos mais Desconectados.

Texto: Elias  Melo 

Para DNNDCN está escrito e contido em Reflexão Além Óbvio 

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

ANIVERSÁRIO DNN DCN


O QUE É SER SUBESTIMADO?

Cada um de nós temos nossos valores humanos, que não só pode ser avaliado pelas conquistas na vida, mas sim pelo fato de termos os mesmos sentimentos e necessidades.
O soberbo de boas condições irá subestimar o humilde por ver este como fraco. O soberbo que possui poucas condições – irá subestimar o próximo se este não oferecer nada como retorno. Quem é dotado de mínimas posturas éticas irá subestimar o próximo zombando.  
As pessoas andam valorizando as conquistas e prestígios do outro, seguido do material, e não dando a devida valorização, estima a um humilde, sendo este hoje em dia de menor valor ou abaixo de qualquer outro, devido suas condições financeiras.   

QUEM ESTÁ ERRADO O SUBESTIMADO OU QUEM SUBESTIMA?

A inferioridade por parte de alguns que adotam a soberba é uma forma de mostrar o quanto é minúscula o portador desta mente, NÃO percorra o mesmo caminho.  Nem sempre quem subestima tem postura de grandeza ou riqueza e nem sempre o portador de vaidades irá subestimar o próximo. O simples fato de não acreditar e até duvidar da busca ou até conquista de resultados podem estar em qualquer parte, principalmente entre amigos.
Cada um de nós temos que dar o melhor que temos ao próximo para que as pessoas possam assim também retornar. Não se pode só esperar sendo uma pessoa retraída e parada. Desta forma, pouca atitude por parte de quem é subestimado o erro se encontra na permanecia desta atitude.
Se uma pessoa não considera por gestos e momentos simples, esteve com a amizade por muito tempo e quando conseguiu status se afastou, quer ser servido e não serve.... Essa pessoa sempre esteve esse caráter, soube desfaçar por causa da necessidade. Busque seus objetivos! Não fique parado e ignore certas atitudes, pois é assim que os inteligentes agem.

Texto: Elias Melo

Para DNN DCN está escrito e contido em Reflexão Além do Óbvio

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

ANIVERSÁRIO DNNDCN



A cada idade nova da DNN DCN é escolhido um tema que acompanha a logo de aniversário para ser comemorado, com objetivo de despertar um problema, o por que dele existir, possíveis soluções e reflexão.

Normalmente no dia do aniversário 23/12, é publicado uma entrevista acompanhada com o clipe do aniversário, que tem como um dos objetivos também registrar pontos de Maceió que servirão de lembrança no futuro, se ao longo do tempo sofrerem alterações. Neste ano, devido a algumas situações não foi possível ter publicações pontuais.

Neste ano o aniversário de 4 anos tem como tema a ser despertado pela DNN DCN - Não subestime o próximo. No clipe, o autor Elias Melo, escreve que sabe o que é ser subestimado, relata algumas situações lamentáveis e mostra que nem todos o subestimou, por isso, no futuro nem todos ouvirão a mesma resposta.


POR QUE DO TEMA -  NÃO SUBESTIME O PRÓXIMO 4 ANOS DNNDCN

Estamos passando por momentos difíceis em quase toda parte do mundo. Desta forma é compreendido que os problemas brotam de dentro de cada indivíduo, que não tem um alicerce ou nem bagagens de vida que tornem pessoas antes de bons profissionais em bons humanos.
Analisando a sociedade local em que vivemos, é percebido em alguns pontos, situações como: supervalorização de uns, por status roupas e bens, e o menosprezo a outros, por causa da pouca condição financeira, cor e até diferente estilo (entre outros preconceitos).

O autor convive com diversas formas de falta de consideração. Desta forma, é visto que o termo sociedade hipócrita (inclui até “amigos”), que nem todos enxergam no dia a dia, mas é real, e não terá solução com estudos básicos, pouca informação, protestos, adotando posturas filosóficas ou teóricas se as pessoas de fato não aprenderem e praticarem gestos humanos. Sem humanidade, sempre viveremos com essa crise humana.

Quem subestima, além de tornar o outro inferior, pode criar dentro do seu próximo pequenos sentimento de tristeza, desanimo e de inutilidade -  criando mais obstáculos, sendo este até mais difíceis que os outros de superar. Recebemos tudo que fazemos de volta, nem todo lugar é falho de justiça como o que vivemos.
Por isso, faça seu melhor!

DNNDCN está sempre tentando oferecer o nosso melhor, como até em nosso pedido – NÃO SUBESTIME O PRÓXIMO.

Texto: Elias Melo

Para DNNDCN está escrito e contido em Reflexão Além do Óbvio 




sábado, 20 de outubro de 2018

A POLÍTICA BÁSICA


Praticamente durante 3 anos e 7 meses assistimos, ouvimos ou lemos escândalos na política.
Praticamente durante 3 anos e 7 meses assistimos, ouvimos ou lemos nada sobre a grande maioria deles.

Praticamente durante 3 anos e 7 meses assistimos, ouvimos ou lemos a carência do povo brasileiro.
Praticamente durante 3 anos e 7 meses assistimos, ouvimos ou lemos reclamações sobre eles nas redes nas ruas.

Praticamente durante 3 anos e 7 meses ou muito mais que isso, NÃO assistimos, ouvimos ou lemos conteúdos sobre política que edifique. Votar, você só precisa ir votar e ter divergências entre amigos por causa desta política.

Praticamente durante 3 anos e 7 meses assistimos, ouvimos ou lemos que se os pagamentos estão em dia não haverá greve, uma nova pista foi asfaltada, que chega em alguns interiores água e luz, shows de época também ficamos sabendo, mas não é básico, e gols muitos gols, não tem nada a ver com a política, mas ajuda a não lembrar...

Falei sobre tantas situações desse nosso Brasil que esqueci de falar sobre A política Básica. Desculpas talvez eu não vi ou ainda não exista, o que você acha? 


Texto: Elias Melo 

Para DNN DCN está escrito e contido em Reflexão Além do Óbvio 

quarta-feira, 16 de maio de 2018

NÃO HÁ MOTIVOS PARA ESTAR DESILUDIDO


Nos últimos tempos está cada vez mais difícil viver sem uma renda. Para sobreviver e existir. Existe pessoas que estão se sentindo tão enjoadas com o espaço da casa, vizinhos e programas de TV, por ficarem todo dia em casa. Existe pessoas que não aguentam mais o mesmo cenário da rua e ver quem passa e quem vem, por ficarem todo dia naquela calçada da rua.

A ociosidade faz mal. Existe tantos filhos que não tem mais coragem de olhar nos olhos dos pais com básico estudo, mas sem orgulho de poder ajudar. Uma realidade desconhecida por uma parte, porém a realidade de muitos que moram em pais com recordes de desempregos.

É triste não poder suprir as vontades.
Ainda não há motivos para estar desiludido, tem algo que ainda nos dar motivos para acreditar.
Você já buscou conhecer seu interior de verdade?
Conseguiu enxergar o que gosta de fazer com facilidades?
Esforço!
Se esforce!
O seu esforço vai te dar motivos para não ficar desiludido.

Texto: Elias Melo

Para DNN DCN está escrito e contido em Reflexão Além do Óbvio 

quarta-feira, 11 de abril de 2018

DA NOSSA ÉPOCA


Falar da época passada parece ser algo chato, já que só criticar e não fazer nada é o que prevalece nas comparações das lembranças. Talvez precisamos sair daquela zona de conforto, isso também não parecer ser nada novo e nem a solução.

Mas não propagar o mal já é uma boa ação para quem não quer receber isso de volta.
Televisão com muito brilho, porém com pouca empolgação;
Jogo sem futebol;
Política sem empatia;
Família sem estar juntos;
Alimento sem nutrientes;
Amigos sem fidelidade;
Objetos que não duram;
Mudar só na teoria e
O mundo sem a pratica de Deus...
Com certeza os mais vividos já viveram uma época onde as posturas eram contrarias a todas essas situações citadas a cima, mas ser nostálgico é chato, e seguir modelos que dão certo é ser reacionário, vamos reclamando e sofrendo os efeitos da nossa época.

Texto: Elias Melo 

Para DNN DCN está escrito e contido em Reflexão Além do Óbvio 


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

SÓ QUERO QUE SE LEMBRE DE UMA COISA EM 2018


Voltando a sair no primeiro dia útil do novo ano, percebi o velho ônibus seguindo lotado de ponto a ponto circulando nada de novo;
Pessoas pra lá e pra cá, cada vez menos gentis, carregando no rosto, o que de novo?
As ruas de paredes riscadas, com poucas tintas ou sem cor, deixam de ser observadas, depois de um tropeço no buraco das calçadas, que por vezes tem lixo como obstáculos.  Tudo esperando uma mãozinha do novo.

Volto ao descanso e na TV os programas de novo só os nomes.
Daqui a pouco voltam às competições onde os campeões são diferentes, mas nada de novo para você. 2018 pode te trazer  o calendário novo na parede, onde se você já teve a atitude de mudar será o novo marca mês, agora se nada realizar realmente não só irá viver no velho como retrocedendo no tempo.
Já temos várias competições internas em cada um de nós, preguiça, desanimo, mau humor, arranhões da vida entre outros, então não acumule o mantém parado. Busque a cada dia do seu calendário algo que complemente e diferencie você do velho.

De estar em lugares que complementem. O lugar da Descontinuidade.

Texto: Elias Melo 

Colaboração: Eleonora Duse 

Para DNN DCN está escrito e contido em Reflexão Além do Óbvio 

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

EU JÁ DISSE QUE TE AMO HOJE? PARTE II


Não é questão de distância.
Não é falta de tempo.
Por que tornamos os conhecidos desconhecidos e às vezes com tanta raiva dentro de casa?
Alguns adultos criam muros dentro de casa, tendo o mínimo contato, relacionamento e carinho entre eles...

Não é fácil dizer o que sente para um familiar. Mostrar sua importância, dizer o quanto gosta.
O hábito de cumprimentar no Natal pode se estender aos outros dias. Faz tão bem...
Pra quê tanta retração?

Texto : Elias Melo

Colaboração: Eleonora Duse

Para DNN DCN está escrito e contido em Reflexão Além do Óbvio

domingo, 24 de dezembro de 2017

EU JÁ DISSE QUE TE AMO HOJE? PARTE I


Um certo dia, estava eu sentado na universidade, quando me deparei com uma atitude nobre de um amigo. Aproximou, abriu os braços e me indagou: Eu já te disse que te amo hoje?
Abraçou-me e concluiu; eu te amo, cara. Assustado fiquei pela atitude em tempo tão diferente, parabenizei-o, e olhando nos rostos dos demais, vi o espanto em cada um deles.

Não parece ser religioso, mas praticou no meio de todos, um gesto grandioso à base do bom viver, ensinado pelo maior exemplo de humanidade que já existiu e existe aqui na terra.
“Ame o próximo, como a ti mesmo.” Esforço-me a cada dia para colocar em prática o ser humano melhor, usando os bons ensinamentos e exemplos. O Natal desperta os bons gestos entre amigos, coisas que deveriam ser feitas todos os dias. A culpa não é da data.

Lembre-se amigos, independente de adicionado ou não, legal ou não, nossa amizade do corpo a corpo do olho no olho é muito mais importante para vida e ano todo. És único e muito importante para mim. 

Texto: Elias Melo

Colaboração: Eleonora Duse

Para DNNDCN está escrito e contido em Reflexão Além do Óbvio 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A COMUNICAÇÃO NA PRATICA VOCÊ ASSISTE, E A TEORIA VOCÊ CONHECE?


A verdade é que a imprensa tomou conta do cenário no final do século XIX e começo do século XX, principalmente a imprensa de uso político, que fazia publicidade de uma ideia. De outro lado, a propaganda propriamente dita, historicamente veicula mensagens que busca persuadir o seu possível leitor das qualidades inigualáveis do produto que quer vender. A mesma coisa acontecia com o cinema, com o rádio, enfim, com os meios de comunicação emergentes. 

Os trabalhos acadêmicos produzidos nos Estados Unidos ou na Alemanha na primeira metade do século XX, nada indicam sobre comunicação. Os títulos de livros que apareceram naquela época se referiam sempre ao meio de comunicação em questão ou ao ramo de atividade profissional. A influência do cinema junto ao público infantil, a influência do jornalismo junto à comunidade de imigrantes, mudanças de atitudes causadas pela leitura do cartum, qual a tendência de voto de determinada população etc. Um exemplo nesse sentido, isto é, no sentido de que a importância se dava mais a uma área específica e não à comunicação em geral, é o livro de Claude Hopkins, A ciência da propaganda, originalmente publicado em 1923.


 Livro: Teorias da Comunicação. Um panorama critico e comparativo (autoria- Aloísio Nunes, professor Ufal. 

segunda-feira, 6 de março de 2017

A COMUNICAÇÃO NA PRATICA VOCÊ ASSISTE, E A TEORIA VOCÊ CONHECE?


Antes de aparecer enquanto tema de estudo da academia, a comunicação apareceu na publicidade e na propaganda. Exemplificando melhor: a revolução industrial possibilitou o surgimento dos meios de comunicação de massa: jornal, fotografia, cinema, rádio, televisão etc., que passaram a se valer muito mais de técnicas persuasivas do que de técnicas filosóficas, para fazer com que o público comprasse seu produto. Há muitas coisas que desejamos ver e adquirir, porque ouvimos falar delas e por que nos deixamos persuadir de seus encantos.

É bom ter muitos amigos, saúde, riqueza, segurança, lazer, enfim, se deseja sempre o melhor e o mais caro. A propaganda busca oferecer isso a seu público: o agradável.

Livro: Teorias da Comunicação. Um panorama critico e comparativo (autoria- Aloísio Nunes, professor Ufal. 

domingo, 5 de fevereiro de 2017

A COMUNICAÇÃO NA PRATICA VOCÊ ASSISTE, E A TEORIA VOCÊ CONHECE?


Na metade do século XX é que a comunicação ganha teorias onde explicitamente a palavra comunicação aparece designada. O dicionário Aurélio define comunicação: s.f. Participação, informação, aviso, transmissão, ligação, passagem e convivência.
Dicionário de comunicação da Editora Codecri, de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Barbosa, (1978) define comunicação como palavra derivada do latim, comunicare, cujo significado seria “tornar comum,” partilhar, repartir, associar, trocar opiniões, conferenciar.

Na arte retorica as posições de emissor e receptor são bem definidas, assim como as especificidades que caracterizam a mensagem que une ambos.
A arte retórica de Aristóteles é o primeiro trabalho sistemático sobre retórica. Em Atenas a retórica está associada à eloquência e à oratória, enfim a fala e a língua. 
São três os gêneros da retórica, do mesmo modo que três são as categorias de ouvintes dos discursos. Com efeito, um discurso comporta três elementos: a pessoa que fala, o assunto de que se fala e a pessoa que fala; e o fim do discurso refere-se a esta última, que eu chamo o ouvinte.

A retórica busca a aparência das coisas, inventa situações, novas imprevisíveis. Não busca resolver o dilema verdadeiro/falso, visa uma perspectiva geral de globalidade, e claro, ao mesmo tempo agonística e polêmica. A retórica procura o que ainda não existe. Qualquer definição retórica, portanto, não visa o real, visa antes de tudo o possível, o que está por vir, posto que parte do que é para buscar o que ainda não existe.

A arte retórica da conjetura é, portanto a de levantar a suspeita contra o adversário ou de atenuar a suspeita contra si, a arte de construir uma hipótese, ou de demoli-la. Trata-se, pois, não tanto de uma arte indutiva ou demonstrativa, quanto de uma arte construtiva e por isso pertence à invenção, que cogita suposições e as fabrica da melhor maneira possível.

O conceito de retórica como arte de inventar é defendido no Manual de retórica (1992) ... 

Livro: Teorias da Comunicação. Um panorama critico e comparativo (autoria- Aloísio Nunes, professor Ufal. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

SAÚDE FINANCEIRA PARTE 1



Que valor tem as moedinhas quando pequenos? Que valor tem, os presentes que pedimos aos nossos pais quando criança? Qual a necessidade de aprendermos a administrar nosso dinheiro desde novo?

Acreditamos que se não fosse o cofrinho do porquinho ou o gibi do Tio Patinhas, seria ainda mais difícil administrar nossas finanças. Aprendemos tantas coisas quando pequenos, mas muitas são despercebidas e não aprendemos a gastar os recursos que ganhamos com tanto esforço. A quem cabe a obrigação de ensinar a utilizar o que ganhamos?

...  

Texto: Elias Melo

Colaboração: Eleonora Duse 

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

O MINISTÉRIO HUMANO ADVERTE: POSTURAS QUE TE ELEVA, AUMENTE A INTENSIDADE


Depois de feita avaliação dos nossos comportamentos e constatado algumas taxas elevadas, soubemos dos riscos e males dos que carregam determinadas posturas.

As escolas da vida são diferentes. A consciência de cada um é que rege as atitudes que praticamos. Consciência não se vende, não se troca e nem se dá, nós é que não vencemos   certas práticas errôneas, por fatores desleais, desonestos e falta de caráter, vivemos na era do bom falar, onde poucos tem consciência livre para agir. Assim seguirei ao meu ver, sendo sábio para que as coisas se transformem para o lado direito da minha passagem.

Não tomo certas posturas, pois aumentei a intensidade da Descontinuidade.
Aumentei a intensidade da paciência – Analisando erros passados;
Aumentei a intensidade da humildade – Pois temos prazo de validade;
Aumentei a intensidade do amor- Quando comecei a reconhecer o meu próximo;
Aumentei a intensidade do respeito- Quando comecei a querer para o próximo, o que quero pra mim.

A vantagem é plantar e colher o bem e não tirar vantagens, e ficar sempre dependente. Essa vantagem custa.    


Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse 

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O MINISTÉRIO HUMANO ADVERTE: POSTURAS CONTÍNUAS QUE NÃO TE ELEVA, DESCONTINUE.


Depois de passar meses numa fila de espera para realizar o meu check- up, finalmente chegou a hora de avaliarmos cada pedacinho nosso que foi deixada pra trás. As taxas dos nossos comportamentos.
Chegou a hora de entrarmos na sala, e do outro lado da mesa, nossa consciência como inquisidor, que logo me pergunta: O que fizeste durante o ano? Paro, o silêncio logo me responde, mesmo sem falar os erros que cometi. Os sintomas são os mesmos, o alto ego e o excesso do cotidiano azáfama impedem uma convivência melhor. A alta avaliação mostra que sou covarde até mesmo com a minha consciência.

Agir sobre os sintomas do cotidiano é estancar, descontinuar velhos posicionamentos e comportamentos. Lembrar do Natal no dia a dia é quase impossível, mas é fácil lembrar de Jesus, pois é a ELE que recorremos quando precisamos nas dificuldades da vida, por que não lembrar dos exemplos na vida?
Descontinue certas posturas do cotidiano que não te eleva.  
Alta taxa de ódio – Lembre-se que, em primeiro lugar você está sendo contaminado, até mesmo para doenças futuras.
Alta taxa de raiva- Você poderá realizar ações imediatas irreparáveis no momento.
Alta taxa de contendas- O confronto tira o sossego.
Alta taxa de glutonaria- Excesso de comida e bebida, fazem o corpo sofrer.
Alta taxa de embriaguez- Sofrimento próprio e aos que estão ao redor.
Alta taxa de desobediência- Falta de limites.
Alta taxa de julgamento- Quando você aponta os erros dos outros e esquecemos dos nossos.

Se aproxime do bem. Lembre-se DELE, pois é muito mais do que o nascimento e crucificação.
Plante uma árvore de frutos ao qual você queira colher, e não uma que você não entenda os frutos e resultados.

O Ministério Humano adverte: Se houver a continuidade de comportamentos desumanos, aumente a intensidade da Descontinuidade. 


Texto: Elias Melo

Colaboração: Eleonora Duse 

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio  

domingo, 6 de novembro de 2016

INTRODUÇÃO AO ARCADISMO


O Arcadismo, também conhecido como Setecentismo ou Neoclacissismo, é o movimento que compreende a produção literária brasileira na segunda metade do século XVIII. O nome faz referência à Arcádia, região do sul da Grécia. Entre fatos marcantes aqui no Brasil, estão as obras de Cláudio Manuel da Costa.
Profundas mudanças no contexto histórico mundial caracterizam o período, tais como a ascensão do Iluminismo, que pressupunha o racionalismo, o progresso e as ciências. Na América do Norte, ocorre a Independência dos Estados Unidos, em 1776, abrindo caminho para vários movimentos de independência ao longo de toda a América, como foi o caso do Brasil, que presenciou inúmeras revoluções e inconfidências até a chegada da Família Real em 1808.
O movimento tem características reformistas, pois seu intuito era o de dar novos ares às artes e ao ensino, aos hábitos e atitudes da época. A aristocracia em declínio viu sua riqueza esvair-se e dar lugar a uma nova organização econômica liderada pelo pensamento burguês.
 O novo modo de analisar a cientificidade e a racionalidade da época árcade fugia das convenções artísticas da época, já que os escritores retomam as características clássicas, como: bucolismo (busca de uma vida simples, pastoril), exaltação da natureza (refúgio poético, em oposição à vida urbana), pacificidade amorosa (relacionamentos tranquilos), a mitologia pagã, clareza na escrita com utilização de períodos curtos e versos sem rima.
Um dos principais escritores árcades foi o poeta latino Horácio, que viveu entre 68 a.C. e 8 a.C., e foi influenciador do pensamento do “carpe diem”, viver agora, desfrutar do presente, adotado pelo Arcadismo e permanente até os dias de hoje.
Fontes: Só Leitura
              Brasil Escola 
Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio 

domingo, 9 de outubro de 2016

EU ACHO...


Eu acho que a Constituição, CLT, Código de Defesa ao Consumidor e Educação para os Direitos Humanos, deveriam se tornar disciplinas nas escolas, como também a política. Alguns adultos já ouviram falar destes, mas não sabem bem o que é.

Eu acho que as emissoras deveriam propor debates com os problemas que elas tanto mostram no cotidiano e não dá tanta autonomia vendo o circo pegar fogo. Para o povo que vive os problemas da sociedade isso pouco acrescenta.

Eu acho que santinhos, carro de som e bandeirinhas são métodos ultrapassados para atrair votos. O santinho o candidato faz tudo ou já fez e as mesmas propagandas. O jingle não vai arrancar votos se estiver uma boa melodia. As bandeirinhas, não vou votar no seu candidato só porque você torce pra ele.

Eu acho que cada vereador (21) deveria adotar uma região de nossa capital, e criar projetos para que o prefeito resolva os problemas e não elaborarem tantos institutos.
No entanto, fico como o Chapolin, só achando sem poder falar por ser subestimado. E nesse episódio da vida real, ficamos a espera que algum legislador e lei “possam nos defender.”


Você também tem direito de achar, da mesma maneira que eu e mesmo que tudo aconteça ao contrário, terás no fundo a certeza que o nosso erro será de pequena proporções.

Texto: Elias Melo


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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

FALTOU, MAS FEZ BEM


Acordei um pouco mais tarde neste dia, uma coisa rara; aos poucos fui percebendo algo de anormal. Será que não tenho nada a resolver hoje? Ah! Sim, irei estudar mais tarde. Me deparo com um silencio na casa, quase que inexplicável, sem música, sem TV e sem ventilador.

Ao abrir a janela, vejo pessoas na rua, conversando em voz alta sorrindo, crianças brincando, escutei o balançar das arvores, pássaros e até o canto de uma cigarra... Aproveitei a calma, tomei um copo com água, gesto que faço toda manhã, e comecei a refletir o quanto estava sendo diferente o iniciar desse dia, aproveitei para organizar coisas que nem no feriado consigo... Coloco o dedo no interruptor e nada, ela estava em falta, a energia.

Sem energia elétrica não fazemos quase nada, porém, é preciso de uma boa noite de sono para que a nossa energia natural seja revigorada. Fiquei sem o noticiário da manhã, já chega ao meio dia e também não irei escutar meu programa de humor e entrevistas, mas em compensação, realizei leitura, coloquei uma boa parte de minhas coisas em dia e pude sentir além de uma boa noite de sono, o sol, mas também a energia que tem cada dia.

Às vezes depende só de nós uma organização e reflexão, mas não encontramos tempo. O cotidiano é agitado e incessante, é preciso descontinuar em algum momento. Se você não consegue reservar um tempo para você, terá que esperar uma oportunidade para faze-la, ou a próxima falta de energia artificial.  



Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio

domingo, 21 de agosto de 2016

                        QUEM DETERMINA É A  INDÚSTRIA 



Ao analisarmos décadas anteriores seria notado, enxergarmos roupas longas, compostas, bem comportadas, penteados bem trabalhados, “alisados” à brilhantina. Dependendo da classe social, até os menos abastados, tinham sua moda protegida pela famosa “domingueira”.

Uma época, em que as ruas já tinham seu charme, casas com fachadas nobres, suaves e tradicionais, empreendimentos bem pré-moldados, duráveis e seguros. E os carros? Gordini, Variante e Esplanada. Todos tidos de luxo, sem excessos de acessórios. E a Lambreta, o bonde silenciosos a serviço da comunidade.

As famílias se reuniam para conversar nas calçadas sobre assuntos diversos, enquanto as crianças brincavam na rua, de roda, pega pega, estátua e “ximbra”. Só de ler percebe o quanto era gostoso viver.

Qual foi a tecla que foi acionada para que esse tom de realidade fosse mudado? Hoje vemos pessoas com melhores condições e menos qualidade. Pessoas que formam um pequeno grupo, que possuem melhor poder aquisitivo e uma parte, desejando...

Será que a indústria nos tornou tão desiguais assim? Quais serão seus verdadeiros interesses? Impossível para um graduando em jornalismo responder, pois abrange vários assuntos, sem poder para definir certas perguntas. Mas como seres sociais, esperamos que as determinações sejam em tentar igualar em novos avanços, conforto e NÃO alterar comportamentos. 

Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio

sábado, 23 de julho de 2016

FUGERE URBEM?

      
Quase tudo na vida necessita de escolhas, onde abdicamos de uma opção para uma situação.  Dependendo de onde nasça cada ser, ele se acostuma a realidade por ele encontrada, seja de agitação ou calma.

Estamos na sociedade agitada de pouca calma, porém, próximos de opções e tecnologias, no entanto, numa longitude da simplicidade espontânea e tranquilidade. 

Dependendo de sonhos e pretensões, a área urbana tem um leque de oportunidades, que no fundo estamos em busca de calma, conforto, tranquilidade e status para o momento.  Às vezes, a falta de calma no dia dia trará no futuro, problemas que serão irreparáveis mesmo com tanto dinheiro.

Sermos inocente, ingênuos e puro como éramos quando criança, nos traz uma saudade daquele tempo e uma tristeza, pois parece que como adultos não se pode ser assim, os adultos precisam impor sua moral... 

Não será preciso a fuga do local onde cada se acostumou a viver, é só não compreender que a natureza é um e os humanos outro. Tudo é e vem do natural, preservando um, teremos vida a todos outros. 


Texto: Elias Melo

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio