segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Mini DNN DCN 10' - ADAPTADO AO SEU TEMPO E ENTENDIMENTO

Por que o lugar do rádio está garantido?  Agradecemos a professora de Gêneros Radiofônicos da Ufal, Rachel Fiuza, pela Boa Participação.
Quer ter mais informações desse instrumento de comunicação que nos fala a todo momento?
O LUGAR ONDE INCENTIVAMOS ESSE INSTRUMENTO. O LUGAR DA DESCONTINUIDADE. 


Enquadramento Real

               

EU QUERIA ATÉ VER MAIS

Não é fácil, sempre existirá obstáculos. Uma das vias mais movimentadas é a Fernandes Lima e Durval de Góes Monteiro, com grande fluxo de carros e pessoas.Porém as propagandas em outbus quase sempre eram vistas por motoristas que estavam atrás dos ônibus ou passageiros em pé dentro dos coletivos. E agora com a obrigatoriedade do uso da faixa, o “Tofe” quase só vai ser visto pelo ônibus de trás...

Colocar propagandas no lado esquerdo de fora do ônibus poderá atingir o público consumidor de outras faixas, mas na verdade isso não trará resultados, o que queremos é ver mais! Mais informações educativas, de advertência, cuidados e zelo. Menos imposições! Compre, leve pague, financie, promoção, adquira...

Queremos ver novos resultados, no entanto alguns esperam que estes brotem do chão, pois parece que não é da conta de ninguém. O lixo jogado no lugar errado, leva anos para se decompor. As nascentes de água estão dentro das matas, preserve-as. Uma pequena parte da cidade é saneada, então entregue materiais recicláveis a entidades competentes...

Eu não falei nada demais, foi um “aperitivo,” queremos ver mais! A culpa não é do “Tofe,” e sim de ideologias que tendem a lucrar demais levando tão pouco. Então, por isso que eu queria até ver mais. 



Foto: Elias Melo
Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse

FALTOU, MAS FEZ BEM


Acordei um pouco mais tarde neste dia, uma coisa rara; aos poucos fui percebendo algo de anormal. Será que não tenho nada a resolver hoje? Ah! Sim, irei estudar mais tarde. Me deparo com um silencio na casa, quase que inexplicável, sem música, sem TV e sem ventilador.

Ao abrir a janela, vejo pessoas na rua, conversando em voz alta sorrindo, crianças brincando, escutei o balançar das arvores, pássaros e até o canto de uma cigarra... Aproveitei a calma, tomei um copo com água, gesto que faço toda manhã, e comecei a refletir o quanto estava sendo diferente o iniciar desse dia, aproveitei para organizar coisas que nem no feriado consigo... Coloco o dedo no interruptor e nada, ela estava em falta, a energia.

Sem energia elétrica não fazemos quase nada, porém, é preciso de uma boa noite de sono para que a nossa energia natural seja revigorada. Fiquei sem o noticiário da manhã, já chega ao meio dia e também não irei escutar meu programa de humor e entrevistas, mas em compensação, realizei leitura, coloquei uma boa parte de minhas coisas em dia e pude sentir além de uma boa noite de sono, o sol, mas também a energia que tem cada dia.

Às vezes depende só de nós uma organização e reflexão, mas não encontramos tempo. O cotidiano é agitado e incessante, é preciso descontinuar em algum momento. Se você não consegue reservar um tempo para você, terá que esperar uma oportunidade para faze-la, ou a próxima falta de energia artificial.  



Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio

domingo, 21 de agosto de 2016

REFLEXÃO ALÉM DO ÓBVIO

As Promessas (1) prefiro iniciar sofrendo impactos, do que esperar por promessas. Promessas você está me ajudando a ser. Trilha sonora When In Rome – The Promise O LUGAR ONDE MÚSICAS COM MELODIAS SÃO NO GROOVE. O LUGAR DA DESCONTINUIDADE.


DCN SOCIAL

Em nosso dia a dia faz parte assistir filmes, séries, ouvir músicas, ler revistas e jornais, mas será que existe um padrão a ser seguido? É bom possuir uma obra de arte, que foi multiplicada e se tornou acessível, mas será que possui a mesma essência ou rebaixa a original? Elias Melo DCN Social esteve no Encontro Nordeste da História da Mídia, em busca da introdução da Industria Cultural (1). O LUGAR ONDE PARA SE CHEGAR A UM ‘’ SIM’’ A RESPOSTA NEGATIVA NÃO PODE ABALAR. O LUGAR DA DESCONTINUIDADE.


Enquadramento Real















DOIS CORPOS NÃO OCUPAM O MESMO ESPAÇO, MUITO MENOS DOIS PASSARÃO PELO BICO DO FUNIL, COM BOM SENSO PASSA.

Embora todos não estejam indo para o mesmo local, as nossas ruas não ajudam, não passam de verdadeiros funis, onde é inevitável sempre nos encontramos, lá mais a frente. E diante de pistas que começam com 3 faixas, depois duas e única, porém, onde dará esse ponto em comum do funil?
 
Passando para o real, vamos colocar em movimento as pessoas. Quase todos motoristas e pedestres, são bons e outros inflexíveis, no entanto, todos, sem exceção, precisam aprender a conviver com as diferenças de condução e condição.  Somos parceiros de idas e vindas, com encruzilhadas e vias desfrutando da mesma espécie de viagem que sempre nos leva a um lugar. Idas e vindas que podem acrescentar ou diminuir situações em nossas vidas.

Assim como na vida, encontramos situações como no trânsito, onde as ruas vão se afunilando e nos deixando num beco sem saída, mas saídas, sempre haverá, desde que possamos usar do nosso bom senso e camaradagem de velhos indivíduos. Diante esse grande funil de situações no dia a dia, alguns precisarão de só uma solução, baixar a guarda, desistir da quebra de braços e sim ter compreensão e entendimento, que irá contribuir não só que chegamos e sim sejamos seres cada vez mais solidários. 

Foto: Elias Melo
Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse
                        QUEM DETERMINA É A  INDÚSTRIA 



Ao analisarmos décadas anteriores seria notado, enxergarmos roupas longas, compostas, bem comportadas, penteados bem trabalhados, “alisados” à brilhantina. Dependendo da classe social, até os menos abastados, tinham sua moda protegida pela famosa “domingueira”.

Uma época, em que as ruas já tinham seu charme, casas com fachadas nobres, suaves e tradicionais, empreendimentos bem pré-moldados, duráveis e seguros. E os carros? Gordini, Variante e Esplanada. Todos tidos de luxo, sem excessos de acessórios. E a Lambreta, o bonde silenciosos a serviço da comunidade.

As famílias se reuniam para conversar nas calçadas sobre assuntos diversos, enquanto as crianças brincavam na rua, de roda, pega pega, estátua e “ximbra”. Só de ler percebe o quanto era gostoso viver.

Qual foi a tecla que foi acionada para que esse tom de realidade fosse mudado? Hoje vemos pessoas com melhores condições e menos qualidade. Pessoas que formam um pequeno grupo, que possuem melhor poder aquisitivo e uma parte, desejando...

Será que a indústria nos tornou tão desiguais assim? Quais serão seus verdadeiros interesses? Impossível para um graduando em jornalismo responder, pois abrange vários assuntos, sem poder para definir certas perguntas. Mas como seres sociais, esperamos que as determinações sejam em tentar igualar em novos avanços, conforto e NÃO alterar comportamentos. 

Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio