domingo, 21 de agosto de 2016

                        QUEM DETERMINA É A  INDÚSTRIA 



Ao analisarmos décadas anteriores seria notado, enxergarmos roupas longas, compostas, bem comportadas, penteados bem trabalhados, “alisados” à brilhantina. Dependendo da classe social, até os menos abastados, tinham sua moda protegida pela famosa “domingueira”.

Uma época, em que as ruas já tinham seu charme, casas com fachadas nobres, suaves e tradicionais, empreendimentos bem pré-moldados, duráveis e seguros. E os carros? Gordini, Variante e Esplanada. Todos tidos de luxo, sem excessos de acessórios. E a Lambreta, o bonde silenciosos a serviço da comunidade.

As famílias se reuniam para conversar nas calçadas sobre assuntos diversos, enquanto as crianças brincavam na rua, de roda, pega pega, estátua e “ximbra”. Só de ler percebe o quanto era gostoso viver.

Qual foi a tecla que foi acionada para que esse tom de realidade fosse mudado? Hoje vemos pessoas com melhores condições e menos qualidade. Pessoas que formam um pequeno grupo, que possuem melhor poder aquisitivo e uma parte, desejando...

Será que a indústria nos tornou tão desiguais assim? Quais serão seus verdadeiros interesses? Impossível para um graduando em jornalismo responder, pois abrange vários assuntos, sem poder para definir certas perguntas. Mas como seres sociais, esperamos que as determinações sejam em tentar igualar em novos avanços, conforto e NÃO alterar comportamentos. 

Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio

sábado, 23 de julho de 2016

REFLEXÃO ALÉM DO ÓBVIO

Alguns preferem preservar o dinheiro enganador, do que a natureza que é certa. O LUGAR ONDE QUEM TEM TEMPO, VIVE FELIZ. O LUGAR DA DESCONTINUIDADE.


SÓ RENDERIZADO

Os bastidores da matéria Manguezal: A vida na lama. Um dos componentes fez algo muito incrível. Quer saber o que foi? Confira neste vídeo: SÓ RENDERIZADO. O LUGAR ONDE IN LOCO SE SENTE EMOÇÕES. O LUGAR DA DESCONTINUIDADE.


MANGUEZAL: A VIDA NA LAMA

Todos os humanos precisam garantir a sua subsistência, o que poucos sabem, é que uma boa parte dela começa com a vida na lama. Acompanhe neste vídeo, a importância da preservação e algumas das problemáticas que sofre o Manguezal. Matéria finalista do Prêmio Octávio Brandão de Jornalismo - Braskem. Alunos: Elias Melo Costa - Jornalismo Ufal. Pedro Quirino - Jornalismo Ufal. José Neto - Relações Públicas Ufal. O LUGAR ONDE "OS FRUTOS PERTENCEM A TODOS E A TERRA A NINGUÉM!" O LUGAR DA DESCONTINUIDADE.
Minha segunda matéria jornalistica para concorrer a um prêmio.


Enquadramento Real















 "O QUE OS OLHOS NÃO VEEM," O MEIO AMBIENTE SENTE.

Os resíduos sólidos não embelezam a paisagem natural, no entanto, não são só eles que são responsáveis por deixarem a natureza menos bonita e saudável. Não são eles somente que matam os peixes, tiram o sustento de famílias de pescadores, poluem as águas que proíbem os banhistas de deliciarem seus proveitos.

O encontro da água doce e salgada, do riacho e mar foram cortadas por esgotos com resíduos de bactérias e fungos. Em meio a tanta tecnologia, informação, dinheiro investido, nos entristece passar por esse tipo de paisagem de mal cheiro...

A ordem natural é que a água nasça doce ou salgada, deixa-la escura e poluída cabe aos homo sapiens. Os impactos que a natureza sofre, ela sente, porém quem mais sofre são os humanos com as consequências.  


Foto: Elias Melo
Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse



FUGERE URBEM?

      
Quase tudo na vida necessita de escolhas, onde abdicamos de uma opção para uma situação.  Dependendo de onde nasça cada ser, ele se acostuma a realidade por ele encontrada, seja de agitação ou calma.

Estamos na sociedade agitada de pouca calma, porém, próximos de opções e tecnologias, no entanto, numa longitude da simplicidade espontânea e tranquilidade. 

Dependendo de sonhos e pretensões, a área urbana tem um leque de oportunidades, que no fundo estamos em busca de calma, conforto, tranquilidade e status para o momento.  Às vezes, a falta de calma no dia dia trará no futuro, problemas que serão irreparáveis mesmo com tanto dinheiro.

Sermos inocente, ingênuos e puro como éramos quando criança, nos traz uma saudade daquele tempo e uma tristeza, pois parece que como adultos não se pode ser assim, os adultos precisam impor sua moral... 

Não será preciso a fuga do local onde cada se acostumou a viver, é só não compreender que a natureza é um e os humanos outro. Tudo é e vem do natural, preservando um, teremos vida a todos outros. 


Texto: Elias Melo

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio

domingo, 3 de julho de 2016

REFLEXÃO ALÉM DO ÓBVIO

         O amor, cada dia mais insensível ou impossível? Trilha sonora: Titãs - Insensível.