sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Enquadramento Real
















              COMO NOSSA UNIÃO ANDA DURANTE O ANO? 



Às vezes sem luz própria, sem pretensões claras, sem destaque. De tão estática, não é percebida pelos que estão ao redor. 


Foto: Elias Melo
Texto: Elias Melo
Colaboração: Eleonora Duse

O MINISTÉRIO HUMANO ADVERTE: POSTURAS CONTÍNUAS QUE NÃO TE ELEVA, DESCONTINUE.


Depois de passar meses numa fila de espera para realizar o meu check- up, finalmente chegou a hora de avaliarmos cada pedacinho nosso que foi deixada pra trás. As taxas dos nossos comportamentos.
Chegou a hora de entrarmos na sala, e do outro lado da mesa, nossa consciência como inquisidor, que logo me pergunta: O que fizeste durante o ano? Paro, o silêncio logo me responde, mesmo sem falar os erros que cometi. Os sintomas são os mesmos, o alto ego e o excesso do cotidiano azáfama impedem uma convivência melhor. A alta avaliação mostra que sou covarde até mesmo com a minha consciência.

Agir sobre os sintomas do cotidiano é estancar, descontinuar velhos posicionamentos e comportamentos. Lembrar do Natal no dia a dia é quase impossível, mas é fácil lembrar de Jesus, pois é a ELE que recorremos quando precisamos nas dificuldades da vida, por que não lembrar dos exemplos na vida?
Descontinue certas posturas do cotidiano que não te eleva.  
Alta taxa de ódio – Lembre-se que, em primeiro lugar você está sendo contaminado, até mesmo para doenças futuras.
Alta taxa de raiva- Você poderá realizar ações imediatas irreparáveis no momento.
Alta taxa de contendas- O confronto tira o sossego.
Alta taxa de glutonaria- Excesso de comida e bebida, fazem o corpo sofrer.
Alta taxa de embriaguez- Sofrimento próprio e aos que estão ao redor.
Alta taxa de desobediência- Falta de limites.
Alta taxa de julgamento- Quando você aponta os erros dos outros e esquecemos dos nossos.

Se aproxime do bem. Lembre-se DELE, pois é muito mais do que o nascimento e crucificação.
Plante uma árvore de frutos ao qual você queira colher, e não uma que você não entenda os frutos e resultados.

O Ministério Humano adverte: Se houver a continuidade de comportamentos desumanos, aumente a intensidade da Descontinuidade. 


Texto: Elias Melo

Colaboração: Eleonora Duse 

Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio  

terça-feira, 8 de novembro de 2016

REFLEXÃO ALÉM DO ÓBVIO

Não deixe o padrão te engolir. Faça, e expresse sua arte, a modernidade contribui com algumas ferramentas.

 O LUGAR ONDE POR ENQUANTO AS IDEIAS SÃO FIGURANTES, MAS SEMPRE AS ATITUDES SERÃO PROTAGONISTAS. O LUGAR DA DESCONTINUIDADE.
Trilha sonora: Maná Vivir Sin Aire - Unplugged MTV.


CURTA O QUE ENTENDEMOS POR CURTA

          NOSSO SEGUNDO CURTA: MTV BRASIL- LIGADA NA MEMÓRIA
Um jovem que geralmente assistia a MTV Brasil, é surpreendido com a emissora fora do ar. Ao descobrir que na verdade era só uma manutenção, decide ir em busca de estágio. O que ele passou para conseguir o estágio? O que acontecerá depois de seu teste de VJ? Você só tem como ficar sabendo neste lugar.
O LUGAR ONDE QUEREMOS TE MOSTRAR, TUDO QUE SABEMOS FAZER. O LUGAR DA DESCONTINUIDADE.

Agradecimentos: Alexsandro Eurides,Agnes Earnshaw,Carlos André, Eliana Alcântara, Felipe Modesto, Gustavo, José Neto, Ivo Neto,Izaías Barbosa,Luciano Tadeu, Pri Cyla, Sara Dantas, Thiago Santo's e Wilson Belarmino.


domingo, 6 de novembro de 2016

Enquadramento Real

                                                                                   


   












                                                   
                                   O PROBLEMA É...

Existem frases que parecem entender a dimensão do problema do outro, é... que situação...  Eu sei bem o que é isso. No entanto, “só o dono da dor sabe onde doe...” Alguns dos poderes dos seres humanos é o financeiro, que converte em conforto, status, lazer, em alguns casos até o respeito e a qualidade de vida de forma geral. Todos possuem condições a tal poderes? independente do cenário econômico macro ou micro? E os atônicos? Existem pessoas que vivem com o mínimo e com uma situação mínima, no entanto, é ao lucro ou a interesses que a crise se refere.  

O problema da crise é que uns estão inseridos dentro dela, sempre viveram com o básico e as outras necessidades como puder e se puder. Existem os que estão próximos, mas uma boa pensão deixada ou uma numerosa aposentadoria conquistada, impede entrar nessa crise. Existem os que estão ao lado da crise, uma boa base escolar, estudos e conquista de emprego e estágio no momento certo, impede sentir essa crise de forma diferente. Existem os que estão um pouco distante, pequenos empresários, enxugam gastos ou até funcionários, tal atitudes impedem que os padrões de vida se modifiquem. E existem os que estão muito longe da crise, mesmo às vezes parecendo terem culpa em parte dessa situação. Uma PEC 241- que congela serviços que já são deficientes, ao invés de cortar gastos com tantos privilégios políticos.

Desde 2008 que ouvimos “CRISE NO CENÁRIO ECONÔMICO!” Às vezes vai se esvaindo pela TV, mas, sempre irá fazer e porque não sempre fizeram parte da vida dos mais humildes - que antes e depois dela continuam com as mesmas necessidades.
A crise do amor ao próximo nunca é mencionada, os humanos à ruína.

O problema é, se você não traçar plano de ação para resolver seus problemas, pouquíssimos se importarão e quase ninguém lhe ajudará a sair da sua crise.
Não fique estático! Enfrente o problema, não é fácil, mas é o que nos resta, a vida pode parecer fácil para alguns, mas em determinada fase da vida os problemas é inerente ao ser humano. E no mais incrível que pareça, os problemas são como um ônibus. Você entra e sai, às vezes é rápido, às vezes demora ou vem um atrás do outro. Tem uns que é difícil de entrar e sair e não é uma situação confortável. Por último, é uma opção que só se tem no momento -  mas podemos nos esforçar para termos nossa própria condução(solução) ou, ficar acomodado só esperando e reclamando e depois entrar nele. Desvie da crise.  



Foto: Elias Melo
Texto: Elias Melo 

INTRODUÇÃO AO ARCADISMO


O Arcadismo, também conhecido como Setecentismo ou Neoclacissismo, é o movimento que compreende a produção literária brasileira na segunda metade do século XVIII. O nome faz referência à Arcádia, região do sul da Grécia. Entre fatos marcantes aqui no Brasil, estão as obras de Cláudio Manuel da Costa.
Profundas mudanças no contexto histórico mundial caracterizam o período, tais como a ascensão do Iluminismo, que pressupunha o racionalismo, o progresso e as ciências. Na América do Norte, ocorre a Independência dos Estados Unidos, em 1776, abrindo caminho para vários movimentos de independência ao longo de toda a América, como foi o caso do Brasil, que presenciou inúmeras revoluções e inconfidências até a chegada da Família Real em 1808.
O movimento tem características reformistas, pois seu intuito era o de dar novos ares às artes e ao ensino, aos hábitos e atitudes da época. A aristocracia em declínio viu sua riqueza esvair-se e dar lugar a uma nova organização econômica liderada pelo pensamento burguês.
 O novo modo de analisar a cientificidade e a racionalidade da época árcade fugia das convenções artísticas da época, já que os escritores retomam as características clássicas, como: bucolismo (busca de uma vida simples, pastoril), exaltação da natureza (refúgio poético, em oposição à vida urbana), pacificidade amorosa (relacionamentos tranquilos), a mitologia pagã, clareza na escrita com utilização de períodos curtos e versos sem rima.
Um dos principais escritores árcades foi o poeta latino Horácio, que viveu entre 68 a.C. e 8 a.C., e foi influenciador do pensamento do “carpe diem”, viver agora, desfrutar do presente, adotado pelo Arcadismo e permanente até os dias de hoje.
Fontes: Só Leitura
              Brasil Escola 
Para DNN DCN  está escrito e contido  em  Reflexão Além do Óbvio 

domingo, 9 de outubro de 2016

REFLEXÃO ALÉM DO ÓBVIO

Vote em político que te leva a sério e leve a sério as ações sociais, e não os que se divulgam como personagens. O LUGAR ONDE O QUE DEVE SER LEVADO A SÉRIO NÃO PODE SER TRATADO DE OUTRA FORMA. O LUGAR DA DESCONTINUIDADE.